Incontinência Urinária

Perder urina não é uma consequência normal da maternidade. É um sinal de que o corpo precisa de cuidado.

Tratamento fisioterapêutico especializado para restaurar a força, coordenação e sustentação do assoalho pélvico, devolvendo sua segurança, liberdade e confiança para rir, tossir e praticar atividades físicas sem medo de escapes.

Indicação

Perdas de urina aos esforços (tosse, riso, exercício) ou urgência.

Sessões

Plano de tratamento de 6 a 12 sessões com reavaliações periódicas.

Avaliação

Exame minucioso da função e tônus dos músculos do assoalho pélvico.

Recuperação

Sem cirurgia, não invasivo e melhora progressiva da qualidade de vida.

SOBRE O TRATAMENTO

Compreender a função muscular para recuperar o controle.

A incontinência urinária é a perda involuntária de urina, uma condição muito comum entre mulheres, mas que ainda é cercada por vergonha e desinformação.

Muitas acreditam que perder urina ao tossir, rir, correr ou fazer exercícios faz parte da vida feminina, principalmente após a gestação. Mas a verdade é que esse sintoma indica que o sistema responsável pelo controle da urina — formado pelo assoalho pélvico, músculos, ligamentos e estruturas de suporte — precisa ser avaliado.

Existem diferentes tipos de incontinência: de esforço (ao tossir, pular ou levantar peso), de urgência (vontade súbita e incontrolável de urinar) e mista (associação de ambas).

Um dos maiores mitos é acreditar que apenas o parto vaginal causa esse problema. A própria gestação, o aumento da pressão sobre a pelve e as alterações hormonais sobrecarregam o assoalho pélvico.

Na nossa clínica em Indaiatuba–SP, o objetivo é devolver à mulher segurança, liberdade e confiança para realizar suas atividades sem medo de escapes.

INDICAÇÕES CLÍNICAS

Para quem é indicado este procedimento?

Perdas aos esforços

Escapes ao espirrar, tossir, correr ou pular corda.

Urgência miccional

Vontade repentina e incontrolável com sensação de urgência.

Incontinência mista

Associação de perdas por esforço e por urgência.

Pós-parto e gestação

Prevenção e reabilitação de escapes pós-gestacionais.

Menopausa e envelhecimento

Fraqueza muscular decorrente de quedas hormonais.

Atletas e alto impacto

Sobrecarga de pressão abdominal em crossfit e corrida.

RESULTADOS COMPROVADOS

Benefícios do Tratamento

PASSO A PASSO

Como funciona o acompanhamento

Avaliação Funcional

Avaliação detalhada da força (grau de Oxford), coordenação, relaxamento e tônus muscular.

Biofeedback & Exercícios

Treinamento específico com biofeedback, cinesioterapia perineal e estratégias posturais.

Autonomia & Manutenção

Evolução para atividades diárias e esportivas com controle pleno e sem escapes.

outros tratamentos

Que podem completar sua jornada

TIRA-DÚVIDAS

Perguntas Frequentes

Não! Embora seja comum, perder urina NUNCA é normal. É um sinal de que os músculos do assoalho pélvico sofreram sobrecarga e precisam de reabilitação fisioterapêutica.
Sim. O peso do bebê, o crescimento do útero e as alterações hormonais durante os 9 meses de gravidez sobrecarregam o assoalho pélvico independentemente da via de parto.
O número de sessões varia conforme a avaliação individual, mas a maioria das pacientes nota melhora significativa entre 6 e 10 sessões dedicadas.
Na grande maioria dos casos, a Fisioterapia Pélvica é a primeira linha de tratamento recomendada pelas diretrizes médicas internacionais, com altíssima taxa de sucesso sem cirurgia.

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